sábado, 12 de março de 2011

Pesadelo

Parceria de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós, pra afirmar que não existe nada mais caro ao homem que sua liberdade.

Grato ao amigo Buchecha, ou Bil-Rait para os íntimos, pela indicação.




Um último comentário: rola uma imagem desnecessária de Heloísa Helena no final do vídeo. Favor desconsiderar.


Valeu,

Bruno Porpetta

quinta-feira, 10 de março de 2011

Adriano: por que sim?

Adriano chegou ao Brasil.

Mais uma vez saindo pela porta dos fundos do futebol europeu, o Imperador Adriano retorna falando em ser novamente feliz jogando futebol, próximo à família e aos amigos.

É um grande jogador, isso é inegável. Alia habilidade, boa técnica, força física, poder de finalização e capacidade de criação. Marcá-lo é uma tarefa inglória para qualquer zagueiro.

Segurar Adriano em campo é difícil, fora dele é mais ainda.



O Imperador está de volta. Pra jogar?


Sempre às voltas com cervejas, traficantes, modelos, delegacias de polícia e Operações Lei Seca. Suas andanças na comunidade de Vila Cruzeiro, onde nasceu e cresceu, são sempre cercadas de confusão.

Na nova ordem do futebol, não tem espaço para o Adriano.

Hoje os clubes são "marcas", estão na pista pra negócio e, muitas vezes, só pra negócio. E nada mais prejudicial à marca que um de seus "produtos" envolvidos frequentemente em escândalos.

Afora a mercantilização do futebol, que é uma realidade e é dentro desse processo que os clubes tem obrigação de pensar suas ações, pensemos nós, cá com nossos botões.

Nós, torcedores, que pagamos por todas as ações de marketing dos clubes e, além disso, amamos os mesmos, e elegemos como ídolos àqueles que, além de mostrarem no campo motivos para isso, se identificam com o clube, com a torcida.

Este é o caso de Adriano com o Flamengo.

Quer melhor estratégia de marketing para um clube que lida com paixões, muito maiores que o consumo, do que gols e títulos?

Tudo bem! É uma contratação de risco. O Adriano de 2009 foi muito bem, o de 2010 não!

Mas o Adriano de 2011 não pode ter as mesmas prerrogativas contratuais que tinha antes.

Tratá-lo como um jogador comum, que se não desempenhar seu melhor futebol em campo sentará no banco como qualquer outro, pode ser um passo para fazê-lo entender que o futebol profissional, a torcida e a imprensa exigem isso dele.

Além de não ficar dando mole pra jornal que gosta de dividir a cidade entre mocinhos do Leblon e bandidos do Alemão.

O restante, é problema dele!


Valeu,

Bruno Porpetta

quarta-feira, 9 de março de 2011

Quarta-feira de cinzas

Após o ardor carnavalesco, retornamos!

Vamos mexer nas cinzas do que se passou no futebol durante o Carnaval.

Na primeira rodada da Taça Rio, o destaque é o Vasco.



Este ano, o Vasco não pulou carnaval


Goleou de novo? Não!

Tal como o início da Taça Guanabara, estreou com derrota. Desta vez para o Macaé, por 3 a 1, com direito a golaço macaense no final.

Os demais grandes venceram seus jogos e puderam pular carnaval em paz.

Mas destaque mesmo, é o melhor do mundo!

O Barça passou pelo Arsenal, com mais um show de Messi. Mais um golaço de Messi.

Tá ficando repetitivo, mas eu quero é mais que se repita um milhão de vezes!

O cara joga demais e o time é, sem nenhum medo de errar, o melhor do mundo.

E joga pra frente!

Viram como é possível?


Valeu,

Bruno Porpetta

sexta-feira, 4 de março de 2011

Breve recesso

Car@s amig@s,

Este blogueiro entrará em recesso no período de carnaval.

Compreensível, né?

Valeu,

Bruno Porpetta

quinta-feira, 3 de março de 2011

A lista de Mano

Saiu a convocação da seleção para o amistoso contra a Escócia, no dia 27 de março, no Emirates Stadium, em Londres.

Das novidades, gostei da convocação do Lucas (São Paulo) e do Henrique (Cruzeiro). Sobre o Jonas, sinceramente, não entendi.

Porque ele foi artilheiro do último Brasileirão? Não me convence.

Também o foram Souza e Dimba, e esses entrariam na seleção da Namíbia.

Sobre os retornos de Maicon, Lúcio e Elano, gosto dos três.

O Maicon entra na minha seleção até 2014, se estiver bem até lá. Aliás, a lateral-direita é a posição mais bem resolvida da seleção. Ele e Daniel Alves parecem ter muita lenha pra queimar ainda, e são os melhores no setor.

Lúcio é uma boa alternativa. Caso David Luis não engrene, o capitão da última Copa pode dar o toque de qualidade e experiência necessários pra mantermos o nível da zaga verde e amarela. Nem falo do Thiago Silva, pois este, até o momento, é insubstituível.

Já o Elano é o que terá mais problemas. Na posição tem muita gente boa, mais jovem e em ótima fase. Mas na cabeça de Mano Menezes, pode pesar a experiência do meiocampista alvinegro da Vila Belmiro.

Fazendo um rápido balanço da seleção de Mano, apesar das derrotas recentes para Argentina e França, tenho gostado dos critérios nas convocações. Tem sabido valorizar o momento de cada jogador, mesclando a renovação necessária para 2014 com a experiência trazida de 2010.

Sobre Ronaldinho, ainda tem que comer mais grama pra voltar. Mas chance ele tem!

Valeu,

Bruno Porpetta

Feliz Natal, Nação Rubronegra!!!

Hoje é dia 03 de março!

Se para alguns, hoje não passa de uma quinta-feira fria e cinzenta às vésperas do Carnaval, para toda uma nação é Natal!

Arthur Antunes Coimbra, o Zico, completa hoje 58 anos.

É muito difícil explicar em palavras o que representa Zico no imaginário de um torcedor do Flamengo. Por isso, a insígnia de Deus resume bem tudo.

Acha exagero? Pois não é!

Para um povo - esse povo chamado Flamengo - maior que o povo francês, por exemplo, sua religião é o Flamengo, seu templo de adoração é o Maracanã e seu Deus é Zico!

E se mesmo assim você continua achando exagero, saiba que a Nação é assim mesmo. Exageradamente apaixonada pelo seu manto, que para ela é mais do que sagrado.

Se ainda não se convenceu, veja o vídeo abaixo e entenda um pouco mais o porque de tanta devoção.





Se mesmo depois de tudo isso, não compreendeu, então, meu amigo, você não tem coração!

E pra não ficar de palhaçadinha, vou logo avisando: tenho um orgulho danado em fazer parte desta Nação!

E tenho dito!

Parabéns, Galinho!

E muito obrigado por tudo!

Valeu,

Bruno Porpetta

Dando um rolé pela América

Santos, Fluminense e Cruzeiro jogaram ontem pela Libertadores. E em situações bem diferentes.

O Santos fez sua segunda partida, e empatou pela segunda vez. Primeiro, com o fraco Deportivo Tachira, na Venezuela, em 0 a 0. E ontem com o Cerro Porteño, do Paraguai, em 1 a 1 em plena Vila Belmiro. Resumindo, não adiantou nada demitir Adilson Batista.

Jogou com três atacantes, conforme o pedido da torcida, mas Zé Love - que era uma das exigências do padeiro - não foi bem, tal como o resto do time.



É melhor demitir o padeiro!!!


O Fluminense também empatou as duas primeiras partidas, só que as duas em casa. Jogou ontem na altitude da Cidade do México, contra o traumático (para mim, pelo menos) América.

Fez sua melhor partida na competição, mas perdeu. E agora se complicou de vez!



Os "guerreiros" perderam mais uma batalha, mas não a guerra.


Chega, no máximo, a 11 pontos no grupo. Vamos supor que ganhe as três partidas restantes - sendo duas fora de casa - e se classifique.

Se for o primeiro do grupo, certamente estará entre os piores primeiros, e levará desvantagem em vários dos possíveis confrontos a partir das quartas-de-final. Mas para isso, somente uma combinação maluca de resultados.

No caso de ser o segundo, dificilmente o será com 11 pontos. Poderá ser com nove, obtendo duas vitórias e um empate, e aí, muito provavelmente, estará entre os piores segundos colocados.

Neste caso, só pega pedreira e decide tudo fora de casa. Ou seja, o tricolor das Laranjeiras tem bons motivos para se preocupar.

Já o Cruzeiro, escapou da primeira derrota. Graças ao goleiro Fábio (ou graças a Deus, segundo o próprio), que pegou um pênalti, arrancou um 0 a 0 contra o Deportes Tolima, na Colômbia.

Mas está bem! Tem sete pontos, é líder do seu grupo e vem aproveitando bem o fator casa. Deve se classificar com tranquilidade.



Fábio: cheio de moral


Hoje é a vez do Grêmio jogar em casa, contra o León de Huánuco, do Peru. É pra dar palpite?


Valeu,

Bruno Porpetta